A concretização da maior de todas as promessas feitas por Deus

Texto Bíblico: João 1.10-18

10A Palavra estava no mundo, o mundo foi feito por meio dela, mas o mundo não a conheceu. 11Ela veio para a sua casa, mas os seus não a receberam. 12Ela, porém, deu o poder de se tornarem filhos de Deus a todos aqueles que a receberam, isto é, àqueles que acreditam no seu nome. 13Estes não nasceram do sangue, nem do impulso da carne, nem do desejo do homem, mas nasceram de Deus. 14E a Palavra se fez homem e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória: glória do Filho único do Pai, cheio de amor e fidelidade. 15João dá testemunho dele, proclamando: ‘Este é aquele a respeito de quem eu falei: aquele homem que vem depois de mim passou na minha frente, porque existia antes de mim’. 16Porque da sua plenitude todos nós recebemos, e um amor que corresponde ao seu amor. 17Porque a Lei foi dada por Moisés, mas o amor e a fidelidade vieram através de Jesus Cristo. 18Ninguém jamais viu a Deus; quem nos revelou Deus foi o Filho único, que está junto ao Pai.

Reflexão

Diante do texto acima que condensa, consolida e aglutina as promessas do nosso Deus, trago duas perguntas: Estamos preparados para viver uma vida inteira na presença do Senhor e não alcançar, em vida, a concretização de algumas de Suas promessas? Será que a nossa fé resiste a uma vida apenas de esperanças sem, contudo, provar da concretização das promessas do Senhor? E, faço essas perguntas porque o texto acima contém a consumação da mais importante das promessas do nosso Deus: “A Palavra se fez homem e habitou entre nós”.

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O espectro do reconhecimento da pessoa de Jesus

Texto Bíblico: Lucas 2.21-22, 25-32

21Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo, antes de ser concebido. 22Terminados os dias da purificação deles, conforme a Lei de Moisés, levaram o menino para Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor, 25Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Era justo e piedoso. Esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava com ele. 26O Espírito Santo tinha revelado a Simeão que ele não morreria sem primeiro ver o Messias prometido pelo Senhor. 27Movido pelo Espírito, Simeão foi ao Templo. Quando os pais levaram o menino Jesus, para cumprirem as prescrições da Lei a respeito dele, 28Simeão tomou o menino nos braços, e louvou a Deus, dizendo: 29‘Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar o teu servo partir em paz. 30Porque meus olhos viram a tua salvação, 31que preparaste diante de todos os povos: 32luz para iluminar as nações e glória do teu povo, Israel.’

Reflexão

No relato da primeira ida de Jesus ao Templo em Jerusalém e o encontro do Senhor, ainda bebê com Simeão existe um ângulo que talvez você ainda não tenha observado; e, como a minha função é ser um facilitador vou desnudá-lo para você: Às vezes, mesmo acreditando no plano de Deus para a nossa vida, ficamos assim como apáticos, porque parece que está tudo bem e a vida começa a transcorrer num marasmo; imagino que era assim que estava Simeão. Porém, Deus, quando menos esperamos, nos envia Seus anjos para nos sentirmos vivos, pujantes e intensos novamente. Esse foi o sentimento que invadiu Simeão quando se deparou com o menino nos braços de Maria; porque aquele encontro, exatamente como tantos outros durante o Ministério do Senhor Jesus, teve o condão de revelar o amor der Deus para aquele homem.

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Mensagem de Natal de 2020 do Bispo Cézar Fernandes Alves

“Glória a Deus no mais alto dos céus, e na terra, paz aos que Ele ama.” Lucas 2:14

Ao Clero e Povo da Diocese Anglicana de São Paulo, Paz e bem!

Estimadas irmãs e irmãos, com o nascimento de Jesus Cristo, Deus enviou um sinal de esperança ao mundo. Para os que habitavam na terra da sombra da morte resplandeceu a luz (Isaías 9:2).

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